Depende.
Para alguns pacientes, a cirurgia já é suficiente — e o acompanhamento passa a ser feito apenas com exames periódicos e consultas regulares.
Para outros, pode ser necessário um tratamento complementar, como a iodoterapia (radioiodo), especialmente quando existe maior risco de a doença voltar ou persistir.
Hoje sabemos que o tratamento do câncer de tireoide é cada vez mais personalizado.
Nem todos precisam das mesmas etapas. Nem todos seguirão o mesmo caminho.
A decisão depende de vários fatores, como:
- características do tumor
- presença de linfonodos comprometidos
- resultados dos exames após a cirurgia (como tireoglobulina e ultrassom)
- classificação de risco de recorrência
Ou seja: operar pode representar o fim do tratamento para alguns — e apenas uma etapa para outros.
O mais importante é ter um plano individualizado, baseado em evidências e construído em conjunto com o seu médico.

